I don’t wanna miss a thing

I could stay awake just to hear you breathing
Watch you smile while you are sleeping
While you’re far away and dreaming
I could spend my life in this sweet surrender
I could stay lost in this moment forever
Every moment spent with you is a moment I treasure
I don’t wanna close my eyes
I don’t wanna fall asleep
Cause I’d miss you, baby
And I don’t wanna miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I’d still miss you, baby
And I don’t wanna miss a thing…

Hasta pronto

I don’t wanna miss a thing

I could stay awake just to hear you breathing
Watch you smile while you are sleeping
While you’re far away and dreaming
I could spend my life in this sweet surrender
I could stay lost in this moment forever
Every moment spent with you is a moment I treasure
I don’t wanna close my eyes
I don’t wanna fall asleep
Cause I’d miss you, baby
And I don’t wanna miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I’d still miss you, baby
And I don’t wanna miss a thing…

Hasta pronto

FISL

Embora tenha tentado enviar relatos diários, apenas agora posto o resumo… :DO FISL deste ano nao se parece nada com qualquer outro, nem mesmo com qualquer outro evento que já participei. O palco de debates, personalidades e intrigas mais se parece a uma grande novela.

Vamos aos acontecimentos. A estrutura, muito menor que a dos outros anos, mantém as características anteriores. Um pequeno espaco para grupos de usuários, onde centenas de pessoas tentam compartilhar conexão (e informações sobre como configurar a conexão), rede elétrica e espaço físico. Espalhados pelo chão com seus notebooks, compartilham código e conhecimento, a essência do movimento.

Assisti a poucas palestras. Muita gente querendo conversar, conhecer o Linuxchix. No primeiro dia assisti a uma palestra de tema pomposo, da linha de desenvolvimento, e novamente me decepcionei com a qualidade do tema apresentado. Foi um comentário que ouvi de outras pessoas em relação a outras palestas, da falta de profundidade delas. Infelizmente poucas são as palestras que tratam de temas novos e que são para as pessoas que já sabem o básico e querem ir alem disto. Falta a percepcao da comunidade madura em ja saber o que é software livre, o que é gnu e o que é linux, e que agora querem trabalhar. Queremos mais, queremos conhecimento, queremos novidade. Afinal, nao é a mola do mundo de tecnologia que estamos inseridos?

No outro dia assisti as palestras de Netfilter e do KDE 4, e estas satifizeram completamente minha sede por novidades. Na palestra do netfilter, descobri a respeito do modulo de hashsize, que pode fazer toda a diferença no desempenho de um firewall. E na palestra do KDE, fiquei muito empolgada com as idéias inovadoras e criativas do time, que está sempre buscando melhorias e progresso. Alem de serem pessoas extremamente comunicativas e divertidas, sao muito bem dispostas a sentarem, ajudarem a baixar o codigo, mostrarem como usar o subversion e auxiliar no que precisarmos. Me disse Aaron Saigo: uma hora do meu tempo investido em apoio a interessados geralmente representa possibilitar outras dez horas de contribuição de alguem. E acho que nosso representante tupiniquim neste time, o KDElio, sempre representou muito bem esta boa vontade… quem sabe eu nao entro pro kde-women tambem?

Participei de mais uma sessao das “Mulheres do Software Livre”, onde mais uma vez o debate sobre aborto, sexualidade, yin e yang, musica, arte, fases da lua e assuntos femininos foram apresentados. Como integrante e uma das responsaveis do mais antigo grupo que debate a questao de genero na comunidade, questionei a lacuna existente entre o discurso de apoio e a falta de acoes efetivas, de alguma acao concreta. Este ano a programacao destinada ao “Encontro das Mulheres e Software Livre”, do qual o Linuxchix Brasil com muita negociacao conseguiu participar ano passado, esta bem reduzida. Alguns participantes do evento relataram a sesacao de terem menos mulheres no evento este ano, na tendencia inversa ao Encontro Nacional Linuxchix Brasil. A promessa é de conversacao e dialogo.

Assisti pedacos dos debates da Microsoft. Entre os grupos de usuarios, as opinioes se dividem. Alguns acham descabido, outros acham que eles vieram vender os produtos. Percebi que poucas pessoas leram de verdade o flyer dos debates e se tocaram que pela primeira vez, como até recentemente nunca havia acontecido em nenhum lugar do mundo, a Microsoft veio pedir para conversar. Marcou “reunioes” com integrantes da comunidade e quer negociar. Parece que muito pouca gente percebeu que o que isto quer dizer é que fizemos um trabalho tao bom que a gigante de software proprietario decide que é melhor cooperar. E eu acho que nao custa ouvir e descobrir o que eles tem a dizer com esta nova postura.

Infelizmente integrantes da organizacao tentaram colocar a empresa contra os grupos de usuários. Sem saber que eu e outras pessoas já sabiamos há muito da programacao do debate, ao confirmar que a empresa seria bem-vinda para participar do evento, citaram nomes (incluindo o meu) como xiitas que estariam planejando depredar o stand da InfomediaTV em represália a este espaço ter sido concedido a eles. Que o espaço de grupos de usuarios era encarado como mal necessario pela organizacao, nunca foi segredo para nós. Porem a resposta da empresa de que havia tido o diálogo e todos estavam animados com a possibilidade de cooperacao foi aparentemente uma surpresa indigesta para seus interlocutores. Quem sabe um dia virá que os grupos de usuários, que prestam suporte, desenvolvem e poe a mao na massa na hora de executar os projetos, serao realmente valorizados. Talvez a culpa seja nossa por criamos antagonismo entre os grupos ao inves de cooperacao. Mas acho tambem que estes episodios nos ajudam a crescer a percepção de quais são os verdadeiros problemas.

We are under attack. Activate deflector shield.

Hablas español?

Este post va en la tentativa de hablar español. En la verdad mi portunhol está muy bueno, yo hallo. Estamos consiguiendo en los comunicar bien, principalmente con alguna cerveza para ayudar.

Estoy recibiendo la visita de algunos amigos espanholes, que son muy queridos. Me llenaron de presentes, como un Ébola de pelúcia, un Darth-Vader-Patata, pegatina para ropa del Ramones, y otras cosas. Inmediatamente seguirán para el FISL, donde los reencontraré en miercoles. Alias, este FISL promete…

Ayer fuimos cenar en la Terraço Itália. Sí, aquel mismo. Es caro sí, pero no un absurdo. Principalmente si debido a problemas de comprensión(alías, como es que aquel restaurante no tiene camareros que hablan español?) no tivessemos acabado con dos botellas de vino y no una. La vista es estupenda, altura de 41 pisos, puédese ver São Paulo entera, que la noche se queda linda, sólo las luces coloridas. Noche de cine.

Hoy el programa es completamente diferente. Vamos a la Cachaçaria Paulista, donde un gran grupo de nerds va reunirse para “emboracharse” nuevamente. Saludos!

PS.: Mención especial para la intermediadora, española paraguaya y culpable de todo, Fabi! My master :D.

Explicando…

Há um tempo atrás, em um comentário, alguém disse que eu simplesmente dizer que este é o meu blog e eu falo o que eu quiser não era argumento. Que eu devia explicar direito o que eu queria, já que eu já tinha escrito argumentações muito melhores que esta. E eu fiquei de postar um post a respeito deste assunto, mas nos rolos da Nokia acabei deixando pra lá.

E ultimamente vem esta cobrança denovo. Gente me pedindo satisfações ou explicações sobre o que eu faço ou deixo de fazer. Então eu vou explicar porque eu não respondo e porque tanta gente me detesta.

Tem gente que acha que o fato de eu ser conhecida, ou formadora de opinião, ou líder de comunidade, eu deveria não falar x ou y. O que pra mim é uma tremenda contradição. Se as pessoas me ouvem, não é exatamente porque elas sabem que eu falo o que eu penso, e não vou deixar de falar porque virei isto ou aqui? E que se elas já me ouviam e continuam ouvindo, eu devo estar falando alguma coisa verdadeira?

Geralmente, homens parecem ser mais sensíveis a respostas ríspidas vindas de mulheres do que de outros homens. Isto eu já reparei muitas vezes. Os caras estão ali se xingando a horas, mas se você dá uma resposta atravessada, pronto, é o fim do mundo. E nem importa se eles estavam dizendo que você é uma feminista marxista ou deliberadamente fazendo trollagem no canal e foram banidos. Isto só vai servir para provar que você é autoritária, arrogante, megera, estas coisas que vocês sabem como é. E também, eles não repararam que eu não estou nem um pouco interessada em ser unanimidade, politicamente correta ou amada por todos. Pelo contrário, se um troll me odeia, eu fico é muito feliz, porque isto mostra que eu sou uma pessoa sensata.

Por exemplo, o Patola. O Patola, conhecido pelo Efeito Patola, até mereceria meu respeito pelo fato de ele assumir quem é, e assumir que é chato. Mas convenhamos que ele tem sérios problemas para dizer o que os outros devem ou não devem fazer. Afinal, ele é conhecido pelo desejo de morte ao Slackware, enquanto acha que eu não posso dizer que não gosto de Debian. “Não gosto”. Não desejo a morte, apenas não é pra mim. Mas a grande prova que ele queria que somos autoritárias e um movimento perigoso foi quando um dia no canal ele foi banido. Estavamos todas no canal, algo raro, porque foi previamente combinado, umas duas semanas antes, com uma jornalista de Barcelona que queria entrevistar todas. Todos no canal estavam sabendo, todo mundo arrumou tempo e largou outras coisas para estar lá no horário combinado. Como não podia deixar de ser, o Patola viu uma oportunidade de aparecer, e começou a querer debater as opiniões no canal, atrapalhando a entrevista. Viu, entrevista, não debate. Após duas tentativas minhas e mais duas da Renata de tentar fazer ele parar de atrapalhar, foi banido. E obviamente este é um sinal de que somos fascistas. Não é fantástico?

Alias, todo este lance do Debian é outro exemplo. Neste aí eu realmente podia ter sido mais clara. Mas mesmo que eu dissesse “eu segui as orientações do Maçan, e quando fui tentar entender o sistema, não existia o comando man nem as manpages estavam instaladas, eu não entendi o dpkg”, também iriam me xingar. Então, dane-se, eu amo meu Slackware mesmo.

Eu não explico primeiro porque não tenho paciência. Segundo porque eu não me sinto na obrigação de dar explicações. Isto eu dou pra minha mãe, pros meus chefes, pros meus amigos. E mesmo assim, poucas vezes. Eu explico uma vez, ou justifico. Se for o mesmo assunto, tentar explicar novamente só se for alguém muito importante. A terceira vez, nem pensar. E claro, isto pra quem eu acho que merece explicação. Sabe porque? Porque não adianta.

Todo mundo sabe que tem muita gente que quer apenas tumultuar, não debater. Que quer apenas aparecer, não construir. Que se dói imensamente pelo fato de o Linuxchix ou eu de vez em quando aparecer em alguma notícia. E poxa meninas, é tão obvio que qualquer coisa, absolutamente qualquer coisa que vocês expliquem não terá validade, que eu me admiro vocês perderem tempo e energia. Pensem, o Linus Torvalds vive sendo xingado “porque fez apenas um kernel”, o Morimoto, o Stallman então nem tem mais graça. Como o próprio Morima fala, “quando um cachorro late enquanto você passa, você não vai ficar bravo com o cachorro; vai entender que ele é uma criatura limitada e que não vai entender”. Ou num provérbio chinês mais adequado: “não adianta querer ensinar um porco a cantar, você perde seu tempo e incomoda o porco”.

Ficar querendo se explicar pra troll é insano. Tudo que você falar vai ser usado contra você. Tudo que você disser vai ser cuidadosamente montado para parecer que você só falou coisas ruins e no fim das contas eles é que foram vítimas. Óbvio que não vão postar as provocações, vão postar só o que interessa. E o que eles querem é isto, que você dê atenção. Enquanto você responde, eles atingiram seu objetivo. Veja, eles estão dando pulinhos de alegria porque eu tirei sarro deles. Sim, porque isto significa que eu estou irritadíssima com eles e então eles tem razão. Não é o máximo?

Por favor né meninas. Alguem que acha que a Bani faz Administração e que nem deve saber o que é produto vetorial, como se isto fosse o fundamento da computação, merece toda esta atenção? Ou vocês concordam que é um calouro que acabou de entrar na universidade, tá deslumbrado e nem se tocou que entrar é fácil, quero ver sair???

Alias, acho que os índices de popismo, como diria o Verde, são definitivamente estabelecidos quando você ganha uma página I hate you. Eu achei o máximo. E vocês estão se apegando as asneiras que eles falam. Sabe o que eles conseguiram??? Triplicar o número de acessos no site. Duplicaram os acessos aos artigos, palestras. Fazia tempo que eu não recebia tantos pedidos de ajuda em qmail, Slackware, drbd. Provavelmente vai ser um dos maiores públicos no evento deste ano. Vocês realmente acham ruim isto? As críticas são tão tendenciosas que tem o efeito contrário, olha que maravilha.

Então o conselho que eu dou pra vocês é: parem de querer se explicar pro mundo. Isto não funciona, isto é insano e perda de tempo. Explique-se para você mesmo. Estou fazendo certo? Estou prejudicando alguém? Se você se sentir tranqüilo na consciência, se pergunte se a pessoa que está pedindo satisfações merece que você gaste seu tempo explicando, e também se você já não fez isto. Sim, porque infelizmente tem muita gente que se abusa do direito de ser amigo ou parente e quer escravizar você com isto, exigindo que ou você se explique eternamente ou você não é digno de confiança. Eu acho que se eu já expliquei uma vez, e se já me conhece, já tem condições de decidir isto. Eu não vou ficar explicando eternamente. Chega de blá blá blá, lembra? Falei isto mais de dois anos atrás.

E se a pessoa que está pedindo satisfações não tem o menor direito de pedir isto, porque se incomodar? Você já sabe que não vai adiantar, você já sabe que tudo que você disser vai ser manipulado de forma a contribuir para o que te acusam, porque você ainda vai dar munição?

Como eu sempre falo, não tem o que fazer eu te arrumo.

Back in black

Back in black
I hit the sack
I’ve been too long I’m glad to be back [I bet you know I’m…]
Yes, I’m let loose
From the noose
That’s kept me hanging about
I’ve been looking at the sky
‘Cause it’s gettin’ me high
Forget the hearse ’cause I never die
I got nine lives
Cat’s eyes
Abusin’ every one of them and running wild

CHORUS:
‘Cause I’m back
Yes, I’m back
Well, I’m back
Yes, I’m back
Well, I’m back, back
(Well) I’m back in black
Yes, I’m back in black

Back in the back
Of a Cadillac
Number one with a bullet, I’m a power pack
Yes, I’m in a bang
With a gang
They’ve got to catch me if they want me to hang
Cause I’m back on the track
And I’m beatin’ the flack
Nobody’s gonna get me on another rap
So look at me now
I’m just makin’ my play
Don’t try to push your luck, just get out of my way

CHORUS

Well, I’m back, Yes I’m back
Well, I’m back, Yes I’m back
Well, I’m back, back
Well I’m back in black
Yes I’m back in black

hooo yeah
Ohh yeah
Yes I am
Oooh yeah, yeah Oh yeah
Back in now
Well I’m back, I’m back
Back, I’m back
Back, I’m back
Back, I’m back
Back, I’m back
Back
Back in black
Yes I’m back in black

Out of the sight

Tudo que eu posto tem um significado. Ou vários deles. Aguardem próximos capítulos. Literalmente 😀