Congratulations — you are now certified as a Red Hat Certified Engineer!

13373Dear Sulamita Garcia:

The results of your RHCE Certification Exam are reported below.
RHCT components score: 100.0
RHCE components score: 92.9

RHCE Certification: PASS

Congratulations — you are now certified as a Red Hat Certified Engineer! Your RHCE Certificate number is 804006835821008.
You can verify the certificates of other RHCEs and RHCTs at

https://www.redhat.com/training/certification/verify

Agora esta que vos fala faz parte do seletissíssímo(sic) grupo de pessoas com LPI-II E RHCE. Cada uma das certificações, segundo dados deste ano, tem menos de 100 certificados no Brasil, sem descontar os RHCEs que já expiraram. Isto significa duas das 10 certificações top pelo CertCities.com. Elitismo pouco é bobagem 🙂

Agora sou oficialmente uma Red Hair Certified Engineer. Em RedHat.

Now I’m part of very select group of people how has both LPI-II and RHCE certifications. Each one of those has less then 100 certifieds in Brazil, without discounting the expired ones. This means two of 10 hottest IT certifications according Certcities.com.
I’m now officially a Red Hair Certified Engineer. In RedHat.

Buscando Segurança Online: Gerenciando “Trolls” em um fórum feminista

Resumo: Um fenômeno comum em grupos de discussão online é o indivíduo que provoca outros membros do grupo, frequentemente resultando em carregá-los em uma discussão infrutífera e desviando a atenção dos propósitos estabelecidos pelo grupo. Este estudo documenta um caso no qual os membros de uma comunidade online vulnerável – um fórum feminista de discussão online – foi alvo de um “troll” tentando perturbar o espaço de discussão do grupo. Nós analisamos as estratégias que fazem o troll bem sucedido e o grupo alvo ineficiente em responder ao seu ataque, no sentido de entender como este comportamento pode ser minimizado e controlado em geral. A análise sugere que fóruns feministas e outros que não são usuais são especialmente vulneráveis, já que eles precisam balancear ideais de inclusão e a necessidade de proteção e segurança, e esta tensão pode ser explorada por elementos perturbadores para criar conflitos dentro do grupo.

Este artigo é um estudo feito por uma professora da Universidade de Indiana, com ajuda de três estudantes. Pode ser encontrado aqui: http://rkcsi.indiana.edu/archive/CSI/WP/WP02-03B.html, e tomando como base o caso de um fórum feminista que foi alvo de um troll, analisa toda esta questão. Ela “sugere várias ações pró ativas que podem prevenir um grupo de ser atacado… A primeira é educar os usuários a respeito de trolls. Trolls particularmente caçam usuários inexperientes, incluindo populações que são vulneráveis por outras razões. Administradores podem alertar usuários sobre os padrões que trolls seguem… Porque o dano é emocional e não físico, nós podemos imaginar que alertar sobre eles pode ser similar a alertar sobre trotes telefônicos ou propaganda enganosa, onde conscientizar sobre o modo de operação é frequentemente suficiente para prevenir o efeito surpresa”.

Eu gostaria de recrutar voluntários para me ajudarem a traduzir este artigo. Acho que todos temos consciência dos desgastes causados aos membros do grupo, talvez nem todos tenham consciência da freqüência que somos alvos. Mas este artigo é fantástico, tanto para ajudar nosso grupo quanto outros que sofrem do mesmo problema. É um artigo grande, de texto mesmo tem 20 páginas, mas se fizermos uma força tarefa, acho que conseguimos isto em uma semana. Quem se habilita a pegar pelo menos uma página? Eu tenho certeza que depois que começarem a ler, não vão conseguir largar. Acho que precisamos ter mais consciência do jeito que pessoas, que querem perturbar e atrapalhar grupos que os incomodam, atuam. E podemos ajudar outros grupos a se prevenirem também.

Alguns trechos do texto:

“Trollar se diferencia de criar flames porque o objetivo de uma flame é incitar todo e qualquer leitor, enquanto o objetivo de um troll é atingir em particular usuários ingênuos e vulneráveis. Pegar usuários inexperientes ou newbies é um objetivo comumente estabelecido por trolls.”

“Andrew(1996) distingue “trolls de carreira” – indivíduos que deliberadamente querem perturbar um grupo ou criar problemas para um grupo – de outros motivados pelo simples desejo de conseguir chamar atenção.”

“Segundo Andrew(1996), podemos identificar três critérios que definem trolls:

1) mensagens de um remetente que parece externamente sincero,
2) mensagens elaboradas para atrair respostas previsíveis ou flames,
3) mensagens que desperdiçam o tempo do grupo provocando discussões inúteis.”

“Esta é uma evidência considerável que Kent era um troll – isto é, alguém que intencionalmente representa como se estivesse interessado no debate a respeito do feminismo, mas cujo motivo verdadeiro é provocar e perturbar.”

“Na prática, nenhuma das sugestões foram seguidas: os participantes se envolveram com Kent tentando dialogar com ele, e, quando falharam, insultando ele e aumentando o conflito, desta forma caindo na armadilha que o troll tinha preparado para eles. Ao mesmo tempo, o conflito levou membros do grupo a negociar explicitamente o que era um debate apropriado para o fórum, reforçando a identidade do grupo e levando a limites mais claros para comportamentos provocativos.”

“Grice(1991[1968]) observa que comunicações significativas assumem a cooperação mutua, levando os comunicantes a assumirem que os outros estão geralmente tentando ser verdadeiros, claros, consistentes,etc., mesmo que o comportamento sugira outra coisa.”

“A crença na universalidade do contrato social pode cegar parcialmente aqueles que não entendem as reais motivações de um troll: o desejo de atrair atenção, incluindo atenção negativa; e o desejo de exercitar controle e se sentir superior manipulando outros a caírem em uma armadilha preparada pelo troll.”

Searching for Safety Online: Managing “Trolling” in a Feminist Forum

Abstract.  A common phenomenon in online discussion groups is the individual who baits and provokes other group members, often with the result of drawing them into fruitless argument and diverting attention from the stated purposes of the group. This study documents a case in which the members of a vulnerable online community—a feminist web-based discussion forum—are targeted by a “troller” attempting to disrupt their discussion space. We analyze the strategies that make the troller successful and the targeted group largely ineffectual in responding to his attack, as a means to understand how such behavior might be minimized and managed in general. The analysis further suggests that feminist and other non-mainstream online forums are especially vulnerable, in that they must balance inclusive ideals against the need for protection and safety, a tension that can be exploited by disruptive elements to generate intragroup conflict.

This paper is a study made by a professor in Indiana University, with three more students. It can be found there: http://rkcsi.indiana.edu/archive/CSI/WP/WP02-03B.html, and based in a feminist web-based forum which where targeted by a “troller”, they analyze this situation. She suggests “several pro-active interventions that might help to forestall a vulnerable group from being harassed… The first is to educate users about trolling. Trollers particularly prey on inexperienced Internet users, including populations that are often vulnerable for other reasons. Forum administrators might warn users about the patterns that trollers follow… Because the danger is emotional and not physical, we can imagine that warning about trolling might be similar to warning about phone pranks or sales scams, where awareness of the modus operandi is often sufficient to forestall the effect of the advantage-taking event.”

I would like to search for volunteers to help me to translate this article. I believe not everyone is aware of the damage caused by the group members and even aware how often this happens. This is a fantastic paper, to help our group as well another ones. It is kind of long, has 20 pages, but if we made a workforce, I believe we can do it in a week. Who want to translate at least one page? I’m sure that when you start to read it, you can’t leave until finish it. I think we need to be conscious of the behavior of those people, who wants to disrupt and disturb some groups. And we can help other groups to avoid this situation too.

Some quotes:

Trolling further differs from flaming in that the goal of flame bait is to incite any and all readers, whereas the goal of a troll is to draw in particularly naïve or vulnerable readers. Catching inexperienced users or “newbies” is a commonly stated aim of trollers.

Andrew (1996) distinguishes “career trollers”—individuals who deliberately set out to disrupt groups and/or make trouble—from others motivated simply by the desire to attract attention.

There is thus considerable evidence that Kent is a troller—that is, someone who is intentionally misrepresenting himself as interested in debating about feminism, but whose actual motive is to provoke and disrupt.

In practice, neither suggestion was followed: Participants engaged with Kent by trying to reason with him, and, when that failed, by insulting him in an escalating conflict, thereby falling into the trap the troller had laid for them. At the same time, the conflict led group members to negotiate explicitly what was appropriate discourse for the forum, reinforcing the group’s identity and leading to clearer limits on disruptive behavior.

Grice (1991[1968]) observed that meaningful communication rests on a default assumption of mutual cooperation, leading communicators to assume that others are generally trying to be truthful, clear, consistent, etc., even when surface appearances suggest otherwise. Moreover, communicators are rationally motivated to protect one another’s social face, on the premise that harmony is more likely than conflict to produce desirable social outcomes for all involved.

Their belief in the universality of the social contract may partially blind them to what we take to be the troller’s actual motivations: the desire to attract attention, including negative attention; and the desire to exercise control and feel superior by manipulating others to fall into a trap of the troller’s design.

Buscando Segurança Online: Gerenciando “Trolls” em um fórum feminista

Resumo: Um fenômeno comum em grupos de discussão online é o indivíduo que provoca outros membros do grupo, frequentemente resultando em carregá-los em uma discussão infrutífera e desviando a atenção dos propósitos estabelecidos pelo grupo. Este estudo documenta um caso no qual os membros de uma comunidade online vulnerável – um fórum feminista de discussão online – foi alvo de um “troll” tentando perturbar o espaço de discussão do grupo. Nós analisamos as estratégias que fazem o troll bem sucedido e o grupo alvo ineficiente em responder ao seu ataque, no sentido de entender como este comportamento pode ser minimizado e controlado em geral. A análise sugere que fóruns feministas e outros que não são usuais são especialmente vulneráveis, já que eles precisam balancear ideais de inclusão e a necessidade de proteção e segurança, e esta tensão pode ser explorada por elementos perturbadores para criar conflitos dentro do grupo.

Este artigo é um estudo feito por uma professora da Universidade de Indiana, com ajuda de três estudantes. Pode ser encontrado aqui: http://rkcsi.indiana.edu/archive/CSI/WP/WP02-03B.html, e tomando como base o caso de um fórum feminista que foi alvo de um troll, analisa toda esta questão. Ela “sugere várias ações pró ativas que podem prevenir um grupo de ser atacado… A primeira é educar os usuários a respeito de trolls. Trolls particularmente caçam usuários inexperientes, incluindo populações que são vulneráveis por outras razões. Administradores podem alertar usuários sobre os padrões que trolls seguem… Porque o dano é emocional e não físico, nós podemos imaginar que alertar sobre eles pode ser similar a alertar sobre trotes telefônicos ou propaganda enganosa, onde conscientizar sobre o modo de operação é frequentemente suficiente para prevenir o efeito surpresa”.

Eu gostaria de recrutar voluntários para me ajudarem a traduzir este artigo. Acho que todos temos consciência dos desgastes causados aos membros do grupo, talvez nem todos tenham consciência da freqüência que somos alvos. Mas este artigo é fantástico, tanto para ajudar nosso grupo quanto outros que sofrem do mesmo problema. É um artigo grande, de texto mesmo tem 20 páginas, mas se fizermos uma força tarefa, acho que conseguimos isto em uma semana. Quem se habilita a pegar pelo menos uma página? Eu tenho certeza que depois que começarem a ler, não vão conseguir largar. Acho que precisamos ter mais consciência do jeito que pessoas, que querem perturbar e atrapalhar grupos que os incomodam, atuam. E podemos ajudar outros grupos a se prevenirem também.

Alguns trechos do texto:

“Trollar se diferencia de criar flames porque o objetivo de uma flame é incitar todo e qualquer leitor, enquanto o objetivo de um troll é atingir em particular usuários ingênuos e vulneráveis. Pegar usuários inexperientes ou newbies é um objetivo comumente estabelecido por trolls.”

“Andrew(1996) distingue “trolls de carreira” – indivíduos que deliberadamente querem perturbar um grupo ou criar problemas para um grupo – de outros motivados pelo simples desejo de conseguir chamar atenção.”

“Segundo Andrew(1996), podemos identificar três critérios que definem trolls:

1) mensagens de um remetente que parece externamente sincero,
2) mensagens elaboradas para atrair respostas previsíveis ou flames,
3) mensagens que desperdiçam o tempo do grupo provocando discussões inúteis.”

“Esta é uma evidência considerável que Kent era um troll – isto é, alguém que intencionalmente representa como se estivesse interessado no debate a respeito do feminismo, mas cujo motivo verdadeiro é provocar e perturbar.”

“Na prática, nenhuma das sugestões foram seguidas: os participantes se envolveram com Kent tentando dialogar com ele, e, quando falharam, insultando ele e aumentando o conflito, desta forma caindo na armadilha que o troll tinha preparado para eles. Ao mesmo tempo, o conflito levou membros do grupo a negociar explicitamente o que era um debate apropriado para o fórum, reforçando a identidade do grupo e levando a limites mais claros para comportamentos provocativos.”

“Grice(1991[1968]) observa que comunicações significativas assumem a cooperação mutua, levando os comunicantes a assumirem que os outros estão geralmente tentando ser verdadeiros, claros, consistentes,etc., mesmo que o comportamento sugira outra coisa.”

“A crença na universalidade do contrato social pode cegar parcialmente aqueles que não entendem as reais motivações de um troll: o desejo de atrair atenção, incluindo atenção negativa; e o desejo de exercitar controle e se sentir superior manipulando outros a caírem em uma armadilha preparada pelo troll.”

Searching for Safety Online: Managing “Trolling” in a Feminist Forum

Abstract.  A common phenomenon in online discussion groups is the individual who baits and provokes other group members, often with the result of drawing them into fruitless argument and diverting attention from the stated purposes of the group. This study documents a case in which the members of a vulnerable online community—a feminist web-based discussion forum—are targeted by a “troller” attempting to disrupt their discussion space. We analyze the strategies that make the troller successful and the targeted group largely ineffectual in responding to his attack, as a means to understand how such behavior might be minimized and managed in general. The analysis further suggests that feminist and other non-mainstream online forums are especially vulnerable, in that they must balance inclusive ideals against the need for protection and safety, a tension that can be exploited by disruptive elements to generate intragroup conflict.

This paper is a study made by a professor in Indiana University, with three more students. It can be found there: http://rkcsi.indiana.edu/archive/CSI/WP/WP02-03B.html, and based in a feminist web-based forum which where targeted by a “troller”, they analyze this situation. She suggests “several pro-active interventions that might help to forestall a vulnerable group from being harassed… The first is to educate users about trolling. Trollers particularly prey on inexperienced Internet users, including populations that are often vulnerable for other reasons. Forum administrators might warn users about the patterns that trollers follow… Because the danger is emotional and not physical, we can imagine that warning about trolling might be similar to warning about phone pranks or sales scams, where awareness of the modus operandi is often sufficient to forestall the effect of the advantage-taking event.”

I would like to search for volunteers to help me to translate this article. I believe not everyone is aware of the damage caused by the group members and even aware how often this happens. This is a fantastic paper, to help our group as well another ones. It is kind of long, has 20 pages, but if we made a workforce, I believe we can do it in a week. Who want to translate at least one page? I’m sure that when you start to read it, you can’t leave until finish it. I think we need to be conscious of the behavior of those people, who wants to disrupt and disturb some groups. And we can help other groups to avoid this situation too.

Some quotes:

Trolling further differs from flaming in that the goal of flame bait is to incite any and all readers, whereas the goal of a troll is to draw in particularly naïve or vulnerable readers. Catching inexperienced users or “newbies” is a commonly stated aim of trollers.

Andrew (1996) distinguishes “career trollers”—individuals who deliberately set out to disrupt groups and/or make trouble—from others motivated simply by the desire to attract attention.

There is thus considerable evidence that Kent is a troller—that is, someone who is intentionally misrepresenting himself as interested in debating about feminism, but whose actual motive is to provoke and disrupt.

In practice, neither suggestion was followed: Participants engaged with Kent by trying to reason with him, and, when that failed, by insulting him in an escalating conflict, thereby falling into the trap the troller had laid for them. At the same time, the conflict led group members to negotiate explicitly what was appropriate discourse for the forum, reinforcing the group’s identity and leading to clearer limits on disruptive behavior.

Grice (1991[1968]) observed that meaningful communication rests on a default assumption of mutual cooperation, leading communicators to assume that others are generally trying to be truthful, clear, consistent, etc., even when surface appearances suggest otherwise. Moreover, communicators are rationally motivated to protect one another’s social face, on the premise that harmony is more likely than conflict to produce desirable social outcomes for all involved.

Their belief in the universality of the social contract may partially blind them to what we take to be the troller’s actual motivations: the desire to attract attention, including negative attention; and the desire to exercise control and feel superior by manipulating others to fall into a trap of the troller’s design.

Python, Brasília, afogando o stress

Fim de semana fui encontrar amigos e descansar no lugar que vocês menos imaginariam: Brasília. Depois de tantos visitantes ao Albergue da Tia Toska, como havia informado antes, estou retribuindo as visitas. E aproveitando o incentivo da Conferência Python, lá fui eu. Não pude ir os dois dias, infelizmente, mas pelo que sei tudo foi filmado e irá online logo.
Primeira noite, Melissa obviamente me carregou para a primeira parada na via sacra pinguça, e fomos no Stad Bier, onde tem um chopp ótimo. Lá inicia o log da viagem, com a nova expressão “To querosa dum tanto…”. Pra mim é bem estranho estar rodeada a tanta gente com traços tipicamente nortistas, parecia outro país.

Na sexta, levantei cedo e fomos pra conferência. Perdi a palestra do Oswaldo, mas não foi fácil levantar… acordei muito cedo, devido ao costume, mas como o chopp do dia anterior tava bom, foi difícil convencer meu corpo a sair da cama e ir tomar banho…

Então assisti a palestra do Dorneles sobre ArcheTypes. Embora todo exemplo de uso de Python sempre me cause espanto, eu terminei a palestra sem entender direito o que é ArcheTypes. Na verdade, agora, mesmo depois das explicações do Oswaldo, não me atreveria a definir… me pareceu uma grande biblioteca de objetos, funções e classes, mas tudo pode ser redefinido. Segundo a definição oficial, “Archetypes is the framework/toolkit you use to create new content types in CMF and Plone“. Mais ou menos isto né? Minha única definição é de começar a se aprofundar no mundo Python é que isto é a Matrix: free your mind. Tudo é possível, tudo tem um jeito mágico, tudo já foi implementado… é absurdo.

ArcheTypes me pareceu mais para ser trabalhado com Plone. Estão quase me convencendo a mexer nisto, ainda mais que o site do Linuxchix Internacional vai ser migrado para Plone, mas… bah, mais uma coisa… queria mexer com algo mais low level em python do que web…

Depois assisti um mini curso de Eagle diretamente do criador dele, Gustavo Sverzut Barbieri. Eagle é um template, eu acho. Todas as minhas definições aqui devem precisar de correções, então se quiserem corrigir, por favor. Mas criei o Tosko Jukebox, que irei incrementando com o tempo.

Assisti também um pedaço da palestra do Rudá sobre porque Python é tão lento. A questão de que buscas de grandes volumes de dados me parece um algoritmo de busca inadequado. Ele disse que o tempo gasto é exponencial, isto é bem comum em algoritmos de busca sequencial. Não dá pra resolver com um algoritmo mais eficiente?

Bom, esta parte foi massa apesar de eu ter absorvido 20% do conteúdo. Foi um evento altamente nerd e de nível altissímo, mesmo programadora e tendo nível básico de python fiquei boiando em muita coisa. Mas faz parte, fui lá pra aprender mesmo.

De lá fomos para outro bar que eu não lembro o nome, conversando muito com a Melissa, que me disse que eu posso passar alguns mails que eu recebo para ela responder. uhu, zooooia. Pra quem tá de fora as vezes nem é nada, mas quando você é alvo constante, é exaustivo. Mas depois chegou a Pri e a noite foi regada a caipirinha de morango com adoçante, que todas temos que manter a forma. O pai da Mel e a mulher dele foram lá também, umas figuraças. Ele comprou um cd de funk, disse que era pra tocar pras “katilangas”. Depois do bar, fui visitar o cafofo da Pri e do Kov, ficamos lá conversando mas eu não consigo mais ficar acordada até tarde, mais as vodegas, dormi logo. No outro dia ficamos nerdando, ganhei uma copia do WarCraft, preciso praticar. A noite churras na Mel, truco, mais vodka. E domingo passeio no lago, jogar conversa fora com as meninas, olhar o por do sol.

Agora é aguardar a presença delas em São Paulo. A viagem foi legal, mas elas mesmas concordam que virem pra cá é muito mais legal 😀

E cadê as fotos???

Não fale desse jeito

Não fale desse jeito comigo que eu não gosto
Eu tô fingindo calma com a alma carregada
Não fale desse jeito comigo que eu não quero
Não se meta nem comigo nem com o povo que eu paquero
Não fale desse jeito comigo que eu detesto
Tão dizendo nas esquinas, nas quebradas, é que eu não presto

Esse calor que sai de você embaçou o meu retrovisor
Você não quer que eu olhe pra trás e diz que o passado já passou
Esse calor que sai do cigarro que você fuma falando de amor
Não fale mais, o futuro é a arma da ilusão que foi você que carregou

Não fale desse jeito comigo que eu atiro
Eu tô num dia lindo com minha nuvem carregada
Que não cruze o meu caminho quem me despreza
Na guerra eu tô no meu direito e já inventei a minha reza

Eu jogo pra ganhar e de ninguém eu tiro
E se não escutou, eu uso o berro, eu uso o grito

Não fale desse jeito comigo que eu não gosto
Não fale desse jeito comigo que eu não quero
Não fale desse jeito comigo que eu detesto
Não fale desse jeito comigo que eu não gosto

Ana Carolina