Sumalita Gárcia – Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Brazil

Coisas boas:borat001.jpg

Whole Foods
Shows de rock são acessíveis a família inteira.
– Dirigir é muito mais calmo que em São Paulo
– Eletrônicos e tênis Nike são muito mais baratos
– O programa “The Beauty and The Geek” é um barato
– Serviço ao consumidor é ótimo, apesar do atendimento não o ser sempre: se você comprou algo e não gostou, pode devolver sem problemas ou burocracia. Comprei um creme, mas não prestei atenção e a vendedora empacotou para pele seca ao invés de oleosa como pedi, voltei em outra loja da mesma rede e trocaram sem problema.
– Claro, praticar a fluência em inglês

Eu acho que estou esquecendo alguma coisa, mas… Sinceramente? Poucas vezes estive tão entediada na vida!!!!!!!!!!!!!!!!!

Note

Yes I make mistakes when I write in English.
Yes I make mistakes when I write in Portuguese.
Yes I make mistakes when I write in Spanish.
Yes I use spell checker.
No I’m not going to stop writing in those languages because someone else wants me to.
No, I don’t really care. You don’t like it, don’t read it. It is quite simple.

You can talk to the hand now.

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A saga do Asus Eee para o BR-Linux

O BR-Linux é um dos meus sites do coração. Descobri o site por volta do ano 2000, e curiosamente, só conheci o Augusto pessoalmente depois de me mudar de Floripa, onde morava e onde ele ainda mora. Hoje em dia o site para mim é como o jornal pela manhã de muita gente: uma xicara de café, ainda de pantufas, baixando mails e lendo o BR-Linux. E este ano, participei ativamente da saga de conseguir um Asus Eee para sortear.

Tudo começou quando mais uma vez chega a hora da Pesquisa Anual dos Favoritos da Comunidade, dia 14 de novembro. Eu sempre penso em como ajudar com brindes, divulgação e talz. Por coincidência, estou este mês de novembro nos Estados Unidos fazendo treinamento pela Intel, e ao pensar em que tipo de brindes poderia conseguir, lembrei de toda a celeuma e expectativa em torno do Asus Eee… será? Consultas ao chefe, depois à gerente do dinheiro gasto pelo grupo em ações de promoção – vulgo budget 🙂 – e a autorização. Yey! Vamos as compras, e aí começa a saga.

Na Amazon e BestBuy, o prazo para entrega era de 1 a 4 semanas, sempre com estimativas entre 27 de novembro a 3 de dezembro. Eu viajo de volta dia 30 de novembro, arriscado. Mas vamos tentar a sorte. O Augusto achou uma boa idéia publicar – assim como eu e qualquer outro leitor do site, ele estava ansiosíssimo pela situação. No outro dia, alguém descobriu que a Newegg tinha novamente em estoque! Vamos novamente as compras… oh no… eles não aceitam cartão internacional, tem que ser emitido nos EUA. Liga pra cá, liga pra lá, encontro a assistente administrativa que tem um cartão de compras corporativas nativo. Passo os dados, e seguindo a sugestão de outras pessoas, peço para ela comprar o modelo preto. Pedido emitido, ela ainda fez a gentileza de pedir entrega express. Aí já estamos no dia 16 de novembro, supostamente deveria chegar na segunda. Porém na segunda estaria todo mundo já viajando ou trabalhando de casa – Thanksgiving aqui parece carnaval, o povo imenda quase uma semana. Eu também viajei, e enquanto eu estava em San Francisco, o Asus Eee chegou e repousava na mesa da assistente desde segunda passada, mas ela não estava lá pra me avisar.

Mas sim, ele está entre nós! Não pude resistir a desempacotar e ver como todo bom brasileiro gosta de ver, com as mãos. Como podem ver, fotografei todo o processo, liguei – obviamente não liguei a bateria, não quero estragar o prazer de quem tiver que carregar 😀 – mas também desliguei logo na tela de aceitar a licença, também para não estragar o prazer de quem ganhar.

Booting

Está devidamente reempacotado. Mas agora eu quero um pra mim tambem 😀 vou comprar ou no Brasil ou quando voltar aqui. É tudo de bom, dá pra segurar com uma mão, fofíssimo. veja o tamanho dele aberto comparado com uma lapiseira e meu chaveiro de astronauta da Intel.

Asus Eee

Além disso, também consegui 10 camisetas para o sorteio. Além da camiseta do Mafort, já está garantida.

E não é só isto! Uma das Linuxchix, Cathy Malmrose, é dona da ZaReason, uma empresa que vende hardware amigável/adaptado para Linux. Um dos produtos mais vendidos atualmente é o teclado Ubuntu, onde eles mudaram a tecla com a janelinha para uma tecla adaptada com o logo do Ubuntu. Eu ganhei um, mas comprei outro para doar para o sorteio também. Mais uma camiseta e uma babylook do Linuxchix Brasil. Ufa! Tá bom ne!

Enfim, boa sorte a todos, e não deixem de votar!

Participe da pesquisa nacional dos favoritos de 2007!

O BR-Linux, site brasileiro de notícias sobre o mundo open source que recentemente comemorou 11 anos, promove mais uma vez o Censo Anual da Comunidade Linux Brasileira e a promoção Favoritos da Comunidade Linux no Brasil em 2007. Esta é nova edição da pesquisa anual em que o BR-Linux.org oferece à comunidade Linux brasileira a oportunidade de apontar os seus favoritos em diversas categorias – e concorrer a dezenas de brindes. Entre os brindes, um Asus Eee doado pela Intel; um teclado Ubuntu, camiseta e babylook do Linuxchix Brasil, oferecidos pelo grupo.

O prazo para votar vai até 6 de dezembro. Não deixe de visitar o BR-Linux em 9 de dezembro para ver os resultados da promoção – se você for um dos participantes sorteados, só terá 48h para confirmar seu endereço postal para receber seu brinde, seguindo as instruções que serão publicadas juntamente com os resultados!

Ajude a divulgar esta promoção: O BR-Linux agradece se você puder ajudar a divulgar esta promoção para seus amigos, ou ainda no seu site ou blog. O link correto para divulgação é http://br-linux.org/linux/favoritos2007 – e você pode usar os diversos banners e selos preparados pelo BR-Linux se desejar.

Rocking on the States

Oh my God. Oh my Goddess. Oh my Holy Shiva.

I went to Ozzy Osbourne concert last week, in Portland. That was absolutely blowing mind experience, but not due the performance of the big guy.

First, it was interesting to me to find out no one else was going to. And everyone that I said I was going to the concert gave me an “are you sure?” look. Danese said probably would be just the teenagers or old people, because metal is something for those who don’t grow up or don’t want to…

But I went anyway. I have heard about the fact that most concerts in USA there is limited sits, and when you buy your ticket, you have your own designated sit. I didn’t thought that would be the case for a rock concert, but when I entered the Rose Garden Arena, they were there. All the chairs perfectly aligned. OMFG. It took me I think 10min to get used to that idea and sit in my designated chair. But it took me half of hour to really believe that those were there for real.

Anyway, the first band was In This Moment. The band was entering the stage, and the last one was the singer, a skinny blond girl dressed like Alice in the Wonderland. That must be interesting, I thought. And it was, she is awesome! When she started to literally scream their music, everybody was astonished. Check there what she is capable of in this video. Too bad I forgot to buy their CD on the way out.

After that, Rob Zombie. That was a serious rockstar concert. Flames, chinese dragons, video clips… The music is great, I want to buy his cd too. But I don’t know, like I said when I went to Marilyn Manson, I like the music, not all the circus. I think if you need circus, you don’t have too much quality. But with an audience entirely organized sitting on their chairs, you probably need much more resources to motivate them to standing up, and even more to make them jumping.

So it was time for Ozzy enter. Before the music starts, they play several videos where Ozzy puts himself in famous movies or video clips. Like, he was Jack Sparrow in The Pirates of Caribbean, bitting the head of the parrot; or he was in the movie about the Queen of England, where he was giving oral sex to her – “what a guy needs to do in this business”… So, finally, Ozzy enters. He really loves to be there, he has so much fun.But, you know, he is clearly getting old. He lost the key so many times… but even so most of the music was great. He had a lot of fun throwing soap foam in the audience, and they respond throwing bras back. But after 40min, he goes back stage, and stays there for about 15min, while his guitar player keeps making noises with his guitar – I’m so glad I wasn’t born in the 60’s when all was about those half hour guitar solos-uncomprehensive-noises. Then Ozzy comes back, sings some more songs, and end.

It was interesting experience, but I so don’t want to go to another rock concert here. Only if I buy like the first tickets to the first line, for that those concerts are good. And it was good to see any and every type of people there, families and so. But sorry, mom and dad, that’s not what rock is about.

Bruce Dickinson always says that their favorite concerts are those one in Brazil. I sure can understand why. I invite anyone to go to Brazil experience it. Really, be my guest. I sure will be there on March 2nd, 2008, São Paulo.

Btw, Cansei de Ser Sexy is the band behind new iPod Touch campaign!

FOSS.IN 2008

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Tejas Dinkar: student, coder, contributer. loves desktop eyecandy and his bass guitar.

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Kartik Mistty: localized gujarati geek. debian contributer. starting his own k serial.

I could not decide which was my favorite one, so I choose both. I really believe in the Paying it Forward campaign, and “I can and I will” mindset was what brought me here.

Too sad for me not be able to go to the conference this year. But I believe is going to be great as usual. Don’t miss the Indichix BoF during the event. Rock on!

Those nerds were right

Article published at e-magazine Intel Software Insights number 10. Portuguese version at Linux Magazine Brasil, November/2007 edition.

The open-source community is gaining momentum. Some people like to talk about the ideology behind this phenomenon, while others emphasize the way it fosters Internet-powered collaboration and uses the Creative Common licenses to build upon ideas. Artists, especially, enjoy a rich history of sharing ideas and information about their work.

I like the way the open-source community is advancing and improving a standard body of work. We are entering a new phase, where open source demands that technology providers pay attention, learn, and adapt. Studies point to major transformations in the way we deal with technology, and open sourcing is driving these transformations.

Technology providers are realizing that besides providing innovative solutions, the open-source community can also bring these solutions to market faster. For example, let’s say company X just built an incredible, ultra-advanced new technology Y. Technology Y promises to make your data communications speedier, allow more parallel operations, maybe even create new services. Company X is enthusiastic about this fantastic product. So, it tells its software partners, “Hey, look at this; your software is going to run so much faster. And you will be able to develop the solutions our customers are asking for!” The partners also are enthusiastic; and everyone celebrates. A year later, software that utilizes some of those new technologies finally reaches the market. Not all, because the partners can’t develop the software fast enough to take advantage of everything. Meanwhile, our dear company X already has several new technologies but is still waiting for its partners to use their now dated ones.

At this point the workers at company X say, “Hey, why don’t we take a look at open source? Top developers worldwide are passionate about its use; we just give them access and tools. We’ll save money, get problems fixed quickly and effectively, and best of all, get new uses for our products. Sounds much better, don’t you think?”

And so, company X learned it didn’t need to rely exclusively on its old proprietary partners anymore. Soon, users were giving compliments and spreading the good news because “they opened the drivers!” Company X discovered that investing in open source delivers great results and innovation occurs much faster than before.

Now, it is really fun to hear companies say, “You know, those nerds were right.” Well, we’re not the mainstream yet—we have a long way to go. But isn’t it great to say, “I told ya so?”

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Artigo publicado na revista Linux Magazine Brasil, na edição de Novembro/2007, já nas bancas! Versão em inglês publicada também na e-magazine Intel Software Insights número 10.

“O alcance do movimento Free and Open Source Software tem avançado nos mais diversos setores da sociedade. Muitos gostam de se concentrar na parte teórica e nas implicações ideológicas, que para a maioria é apenas observar o óbvio. Outros gostam de associá-lo à nova forma de compartilhamento que a Internet permite, como os projetos que usam a idéia do Creative Commons. Os músicos se identificam, em sua grande parte, plenamente com a idéia de compartilhar e trocar sons e informações sobre suas obras e as de terceiros.

Eu gosto mesmo é de saber que o Código Aberto impulsiona melhorias. Mais que isso: vemos uma nova fase, onde ele praticamente obriga todos os provedores de tecnologia a prestar atenção ao movimento, estudar e adaptar-se. Todas as previsões apontam profundas mudanças, mudanças estas que há muito tempo anunciávamos.

As companhias produtoras de tecnologia começam a perceber que, mais que prover soluções mais confiáveis, estáveis e de rápida correção, a comunidade de Código Aberto pode ser um grande impulsionador para o uso destas novas tecnologias.

Por exemplo, imaginemos uma determinada empresa que fabrique uma novíssima e revolucionária tecnologia que possibilite uma comunicação de dados muito mais veloz, com várias operações em paralelo, e crie possibilidades para outros tipos de serviço. A empresa está motivadíssima, por todo o esforço investido, a fazer aquele produto realmente fantástico. Então, ela diz aos parceiros de software: “Com esta nova tecnologia, seu software vai rodar muitas vezes mais rápido! Vai possibilitar todas as aplicações que nossos clientes estão pedindo!” Os parceiros também ficam entusiasmados, e todos celebram.

Um ano depois, produtos que utilizam algumas dessas maravilhosas tecnologias finalmente chegam ao mercado. Ou melhor, nem todas, pois os parceiros não dão conta de criar softwares para aproveitar todas as funcionalidades da tecnologia, além de terem que resolver suas próprias falhas. Até lá, aquela mesma empresa inovadora já desenvolveu várias outras novas tecnologias, enquanto aguarda seus parceiros aproveitarem as tecnologias já antigas.

Então, a empresa ouve alguns dos seus funcionários dizerem: “sabe, deveríamos investir em projetos de Código Aberto. São milhares de profissionais altamente qualificados ao redor do mundo, e apaixonados por tecnologia. Eles podem nos ajudar a habilitar nossos novos dispositivos para os milhões de usuários de sistemas abertos: basta darmos acesso e
ferramentas a eles. O custo do desenvolvimento é muito baixo e, além de problemas serem rapidamente resolvidos, isso tudo permite que eles ainda inventem novos usos para nossos produtos. E você vai ficar verdadeiramente surpreso com a rapidez com que isso acontece.” Parece interessante, não?

E assim, a empresa fabricante da tecnologia inovadora felizmente aprendeu que não precisa depender exclusivamente da disponibilidade de seus antigos companheiros proprietários para disponibilizarem o resultado de seu trabalho para seus usuários finais. Ela descobriu rapidamente que usuários satisfeitos elogiavam e faziam propaganda dos seus produtos, pois os drivers eram abertos. Entusiasmada, a empresa descobriu que investir em comunidades e empresas de Código Aberto davam resultados ótimos, e eles podiam voltar a criar novas melhorias e tecnologias ainda mais rápidas e poderosas. Enquanto isso, desenvolvedores estudavam essas tecnologias e lhes davam vida.

Agora é divertido ver tantas grandes empresas pensando: “não é que eles estavam certos?”. Mas, calma, ainda não somos maioria. Temos muito caminho para chegar lá. Mas que é boa a sensação de “eu disse, eu não te disse?”, isso é.”

New respect for Portland

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That’s how I felt yesterday. I found a nice place downtown Portland, and that was so reliving. First day in Hillsboro, it was a little bit cool, driving with all that fog, the threes. On the second day, yeah, whatever. In the next days, I didn’t want to get up off the bed. So, I needed to do something about it, and I went apartment hunting and found a very cool, well localized place. I have now a beautiful view to city: cars, buildings, lots of lights… people. Ow, didn’t see that coming, me, missing to see people around? At least I don’t feel like I’m in a ghost city anymore 🙂

This morning I went walk, see the sales on Macy’s, Nordstrom, even Saks 5th AV. Hm, no thanks, I don’t care that much about brands, maybe when I earn my money in euros. But the whole civilization dependency scared me a little bit. I mean, I felt so unhappy in a small city. What if I need to be in a place like this for sometime someday? Maybe is not a dependency, maybe it was because I knew there was much better options very far. Or am I addicted to it?

Living in São Paulo was a wish I had for several years. Once there, I fit just like I had been there my entire life. And I’m not the kind of party-every-night person, I just love the fact that I can if I want to. I can just walk 5min to find almost anything. So I think I’m spoiled by that. But if someday I have to live in conditions I’m not used to? If I all the suddenly find myself in some lost city, where I can’t find passion fruit or chocolat soaps… or shampoo for red hair… or nice fluffy pillows, or fruits, or movies… the internet in the Hillsboro hotel was terrible too. Well, I think I wouldn’t make a good survivor. Although, I believe I would survive without internet very well, as long as it was in Tahiti 😀

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A foto lá em cima ilustra bem como eu me senti ontem. Eu encontrei um ótimo lugar pertinho do centro de Portland, e foi um alívio sem tamanho. No meu primeiro dia de trabalho em Hillsboro, até que foi legal, dirigir no meio da neblina, as árvores, os caipiras pela estrada. No segundo dia, yeah, whatever… Nos dias seguintes, eu não queria sair da cama. Então eu sabia que tinha que fazer algo a respeito, e fui procurar aptos e encontrei este, muito legal, bem localizado. Amplo e iluminado como meu apto, então me sinto muito melhor. Agora tenho uma vista para a cidade: carros, prédios, milhares de luzinhas… e pessoas. Uau, não havia imaginado isto, eu sentindo falta de ver pessoas? Bom, pelo menos não me sinto mais como se estivesse numa cidade fantasma.

Hoje fui dar uma volta no centro da cidade, há poucas quadras daqui, visitar as lojas famosas, Macy’s, Nordstrom, até a Saks 5th Av. Lá vendem desde Channel até marcas mais desconhecidas, mas mesmo as liquidações não me interessaram muito. Sem falar nas calças: coisas mais horrorosas! Lembra aquelas calças baggy dos anos 80??? Pois são todas assim!!! Bom, eu não ligo pra marca, quem sabe o dia que eu ganhar em euros. Mas toda esta depêndencia de civilização me assustou um pouco. Quer dizer, eu fiquei deprimida naquela cidadezinha. E se um dia eu precisar ficar um tempo num lugar assim algum dia? Talvez não seja dependencia, talvez seja porque eu sabia que haviam opções muito melhores perto. Mas será que estou viciada ou algo assim?

Viver em São Paulo foi um desejo acalentado por vários anos. Uma vez lá, eu me adaptei como se tivesse nascido lá. E eu nem sou do tipo baladeira, eu apenas gosto de saber que eu poderia ir pra festa todo dia se eu quisesse. Eu posso encontrar quase tudo por perto, a 5min de caminhada. Tô achando que estou meio mimada com isto. Mas e se algum dia eu tiver que aguentar algum tempo em situações que eu não estou acostumada? E se de repente eu me vejo em algum iglú por aí, sem conseguir encontrar maracujá ou sabonete de chocolate… ou shampoo pra cabelos vermelhos… ou ter travesseiros fofinhos, ou frutas, ou cinemas… a internet em Hillsboro também era terrivel. Bom, acho que eu não me sairia bem como sobrevivente de desastres. Mas eu acredito que sobreviveria bem sem internet, desde que fosse em alguma ilha no Taiti 😀